Vacinas: Uma Guerra Biológica, Química e Psicológica Parte 1/3
23/01/2018
VACINAS: UMA GUERRA BIOLÓGICA, QUÍMICA E PSICOLÓGICA Parte 3/3
12/02/2018

VACINAS: UMA GUERRA BIOLÓGICA, QUÍMICA E PSICOLÓGICA

Parte 2/3

 

2.    Uma Guerra Química

 

Por detrás dos supostos benefícios que as vacinas trazem à população, existem claras evidências dos seus males à saúde pública, através da elaboração e manipulação de componentes biológicos por grandes indústrias farmacêuticas. Os donos e comandantes dessas grandes corporações fazem parte do Clube de Bilderberg (http://www.corpusiuris.org/index.php/o-clube-de-bilderberg/), que através do Globalismo vêm colocando em prática diversas ações de redução da população mundial gradativamente, deixando-a doente aos poucos. Fato facilmente observável, pois basta olharmos para a população em geral e constatarmos como todos estão debilitados, desde alergias até o câncer invasivo.

Trata-se de uma Guerra Biológica, Química e Psicológica, que envolve os cidadãos em uma atmosfera de medo e os obrigam a se envenenar. Sim, pois as vacinas são um veneno que age a curto e principalmente a longo prazo.

No artigo anterior abordamos o aspecto biológico das vacinas (Guerra Biológica: http://www.corpusiuris.org/index.php/vacinas-uma-guerra-biologica-quimica-e-psicologica-parte-1-3/); neste artigo iremos expor alguns dos componentes químicos nocivos que são adicionados às formulações, com altos níveis de toxicidade.

 

Mercúrio

O Timerosal (etilmercúrio) é um conservante presente em vacinas multidoses que impede o crescimento de fungos e bactérias. Vacinas contendo Timerosal são usadas em vários países em seus calendários vacinais, especialmente aqueles em desenvolvimento, como o Brasil. O Timerosal contém aproximadamente 50% de mercúrio, na forma de etilmercúrio.

Após a administração do Timerosal, o etilmercúrio converte-se rapidamente em mercúrio inorgânico, altamente nefrotóxico. Um grande número de fontes indica que a exposição crônica a baixas concentrações de mercúrio resulta em disfunções imunológicas. Tais disfunções podem gerar deficiências imunorregulatórias, sendo capaz de desencadear doenças imunológicas ou promover infecção crônica. Além do mais, existe a possibilidade de que a disfunção imune possa influenciar no desenvolvimento e progressão do câncer.

 

Bioquímica do Mercúrio

O mercúrio é um metal pesado de alta toxicidade, e segundo a Agência dos Estados Unidos para Substâncias Tóxicas e Registros de Doenças o mercúrio é a terceira substância mais tóxica, por suas propriedades únicas dentro do próprio grupo de metais pesados.

As principais formas de Mercúrio encontradas na natureza são a forma metálica, ou elementar (Hgo), a forma de sais inorgânicos de Hg+ e Hg2+ e a forma orgânica, formada pela união do íon mercúrio a pelo menos um átomo de carbono. Cada forma possui propriedades exclusivas e sintomatologias distintas.

A contaminação com mercúrio, levando em conta sua alta toxicidade, pode se dar de diversas maneiras. Os sintomas diferem dependendo da forma de mercúrio em questão (orgânica, metálica ou sais inorgânicos), e os principais estão resumidos na tabela abaixo:

A toxicidade do mercúrio é diretamente relacionada com a sua ligação covalente aos grupos tiol das diferentes enzimas celulares nos microssomas e na mitocôndria, o que leva à interrupção do metabolismo e da função celular. Alguns dos danos incluem as nefropatias e os efeitos neurológicos, como tremores, nervosismo, ansiedade, insônia e alterações de personalidade.

 

Teratogenicidade e Efeitos sobre a Reprodução

O mercúrio é reconhecidamente um agente teratogênico. O mercúrio inorgânico concentra-se no líquido amniótico, e também é transportado pelo leite materno. Estes compostos de mercúrio, principalmente os orgânicos, causam sérios danos ao feto em desenvolvimento, principalmente a nível neurológico. O mercúrio pode influenciar o status hormonal (o eixo hipófise-hipotálamo), podendo causar um ciclo menstrual irregular, menos ovulações, além dos efeitos teratogênico acima mencionados.

 

Genotoxicidade do Mercúrio

Os testes genotóxicos detectam mutações, tanto a nível cromossômico quanto a nível gênico.

 

Nefrotoxicidade

Ele é capaz de induzir à morte células renais humanas em apenas 24 horas. As concentrações de mercúrio presentes levam mais de 45 dias para serem reduzidas à metade no organismo. Segundo pesquisas recentes, a substância ativou mecanismos de morte celular, como a apoptose, e as células renais acabaram morrendo. (https://jornal.usp.br/ciencias/conservante-utilizado-em-vacinas-tem-potencial-toxico-aos-rins-mostram-analises/).

 

Neurotoxicidade

Tim O´Shea, em entrevista ao Heality Report, relata a neurotoxicidade do mercúrio utilizado nas vacinas. Todos os testes in vitro ocasionaram a morte de todas as células estudadas.

(https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=mLbD7NQzUBc ).

 

Organização Mundial da Saúde (OMS)

Obviamente que a Organização Mundial da Saúde (OMS), que avaliou em 2006 o uso de Timerosal como conservante, concluiu que as vacinas são seguras, pois segundo eles “não há provas suficientes”. Os investidores (Clube de Bilderberg e cols.) e grandes banqueiros do mundo injetam dinheiro na OMS, para que esta organize mecanismos para destruir os países aliados, principalmente os países que têm recursos (naturais), através de medicamentos adulterados, vacinas, etc. Afinal, “Os Donos do Mundo” querem todos os recursos do planeta para si (http://www.corpusiuris.org/index.php/o-clube-de-bilderberg/).

Através da fachada do “Politicamente Correto” (como a vacinação em massa contra a Febre Amarela, contra a Gripe, etc.), pessoas são aliciadas ao crime internacional e recebem milhões para tal. Depois que recebem e se corrompem, não conseguem mais voltar ao estado de honestidade, nem sabem mais o que é isso. São ameaçados e perseguidos para serem destruídos e mortos. Veja o caso exposto no artigo (http://www.corpusiuris.org/index.php/vacinas-uma-guerra-biologica-quimica-e-psicologica-parte-1-3/), sobre morte misteriosa de médicos que investigavam as vacinas.

Se todos têm ciência da toxicidade do mercúrio, por que utilizá-lo em formulações farmacêuticas injetáveis? Por quê? É obvio que há algo por detrás disso, nenhum ser humano com consciência envenenaria toda uma população. E eles sabem disso, são médicos, farmacêuticos e cientistas da área da saúde, eles sabem muito bem o que estão fazendo. Não é ao “acaso”.

 

Alumínio

O alumínio está presente em algumas vacinas como adjuvante na forma de hidróxido, fosfato ou hidroxifosfato de alumínio, sendo acrescentado supostamente para aumentar a resposta de imunização, garantindo sua eficiência do produto. O alumínio nas vacinas representa um risco importante à saúde, especialmente nos neonatos (bebês). Recém-nascidos recebem 20 vezes a dose tóxica de alumínio.

Estudos apontam que o alumínio é um agente neurotóxico e que as condições neuropatológicas estão associadas com elevadas concentrações de alumínio no cérebro (KLATZO et al., 1965; DEVOTO e YOKEL, 1994; KISS, 1995; 16 TAPPARO, 1995; ZATTA et al., 1998).

Nos seres humanos o alumínio pode se acumular nos ossos, fígado, rins, coração, sangue, e principalmente no encéfalo pela sua capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica onde se acumula nas células nervosas (AREMU e MESHITSUKA, 2006; KAIZER, 2008). A acumulação do alumínio pode ocasionar diversas manifestações neurológicas, dentre elas a perda de memória, tremores, espasmos, enfraquecimento   da   coordenação   motora, movimentos lentos, perda de entusiasmo e convulsão generalizada com sintomas de epilepsia (ZATTA et. al, 1991).

Segundo Veer Bala Gupta et al. (2005) e Kaizer (2008), recentes estudos epidemiológicos, neuropatológicos e bioquímicos têm verificado uma ligação entre a neurotoxicidade do alumínio e a patologia Mal de Alzheimer.

O alumínio é facilmente vinculado a outras moléculas pequenas no organismo e seu destino é determinado pela sua afinidade com cada um dos ligantes e de seu metabolismo (ATSDR, 2006).  A associação do alumínio com moléculas pequenas (peptídeos, ácidos nucleicos, aminoácidos e citrato) facilita a absorção tecidual, particularmente pelo cérebro, onde pode ser absorvido por transportadores acoplados (DELONCLE et al.,1990).

 

Bioquímica do Alumínio

Este   metal   pode   ocasionar   outras   desordens/doenças, tais como:

  1. Estresse ou morte celular de neurônios e células gliais. A morte dessas células ocorre devido ao alumínio diminuir a habilidade neuroprotetora dos astrócitos para a manutenção  e    vida    dos    neurônios (MESHITSUKA e AREMO, 2007).  Já o estresse oxidativo é caracterizado por um significante aumento na concentração de espécies reativas de oxigênio (EROs) nas células e tecido pelo alumínio (KAIZER, 2008);
  2. Peroxidação lipídica ocorre devido ao aumento do metabolismo oxidativo nas células, pois a interação do alumínio com as membranas celulares constituem seu principal alvo, induzindo alterações estruturais e funcionais das membranas (KAIZER, 2008);
  3. Bloqueio dos sistemas de transmissão intracelular, resultando na geração de radicais livres de oxigênio (KOENIG e JOPE, 1987; WOOD et al., 1994);
  4. Interferência no sítio de ligação de cálcio dentro da célula. Um dos sítios primários de toxicidade do alumínio pode estar relacionado com sua inserção nos domínios de ligação de metais nas enzimas e lipídeos, causando uma alteração no metabolismo e sinalização celular (MARTIN, 1992);
  5. Danos no transporte axonal (TRONCOSO et al., 1985);
  6. Perda de memória (YATES et al., 1980; ARENDT et al., 1985; RONDON-BARRAGÁN et al, 2007);
  7. Esclerose lateral amiotrófica;
  8. Parkinsonismo (AZEVEDO e CHASIN, 2003; BARRETO e ARAUJO, 2008).

Estudos mostram que o alumínio não estaria envolvido apenas em quadros sintomáticos de doenças orgânicas e neurodegenerativas, mas também em uma série de processos cognitivos, como memória e emoção (KING, 1984; CHONG e SUH, 1995; DLUGASZEK et al, 2000; VER BALA GUPTA, 2005; NEHRU, BHALLA e GARG, 2006; RONDON-BARRAGÁN et al., 2007).

A intoxicação pode apresentar-se, de modo geral, de duas maneiras: aguda e crônica. A forma aguda manifesta-se com agitação, confusão mental, mioclonia (contrações repentinas e involuntárias de um músculo ou grupo de músculos), convulsão, coma e até a morte, distúrbio da fala, apraxia (dificuldade de executar movimentos precisos), alucinações auditivas e visuais, dores ósseas, fraqueza muscular, hipercalcemia (acúmulo de cálcio em regiões do corpo como articulações, artérias) e hiperfosfatemia (aumento do fosfato).

A forma crônica, por sua vez, provoca doenças como constipação intestinal, anorexia, cefaleia, ataxia (falta de coordenação nos movimentos), perda da memória, distúrbios de aprendizado, hiperatividade, convulsão, demência pré-senil, padrão de fala alterado, doenças hepáticas e renais. Um estudo feito em 2008 pelos americanos mostrou aumento em 60% do risco de desenvolver Doença de Alzheimer a longo prazo.

Para esclarecer, quando se consome o alumínio por via oral, nosso corpo absorve entre 0,2 e 1,5%. Já quando injetamos o alumínio no músculo (via intramuscular), que é o caso das vacinas, o corpo absorve em 100%. Uma vez que se injeta o alumínio, este é absorvido pelas células imunológicas-macrófagos, atuam como cavalos de troia, permitindo a entrada do alumínio no cérebro, através da Barreira Hematoencefálica.

Alguns defensores de vacinas dirão que o alumínio se excreta rapidamente. Mas há investigadores que mostram o contrário. Estudos com coelhos demostraram que aproximadamente 28 dias após a injeção intramuscular, cerca de 78 a 94% do alumínio ainda estava retido.

Esses defensores ficaram ¨tranquilos¨ ao saber que não havia aumentado o alumínio sérico logo após a vacinação, porém esse alumínio também não apareceu na urina… E para onde foi todo esse alumínio?

Foi revelado em autópsias o acúmulo de alumínio nos rins, baço, fígado, coração, nódulos linfáticos e cérebro. A longo prazo o alumínio se acumula nos ossos. Já a excreção do alumínio em neonatos não é tão eficiente como nos adultos, e esse fato nunca é levado em consideração pelas pesquisas. O que não se excreta se bioacumula em vários órgãos.

 

Os macrófagos atuam como “Cavalos de Troia” ao transportar alumínio para o cérebro

Uma mentira muito comum é que o alumínio permanece no lugar da injeção e permanece inofensivo. Uma vez injetado o alumínio no corpo, nossas células imunes chamadas macrófagos invadem o local e devoram o alumínio e o antígeno da vacina (bactéria ou vírus em questão).

Desta forma, ocorre o problema que os fabricantes das vacinas ignoram. Os macrófagos podem transportar o que eles devoraram e cruzar a barreira hematoencefálica, chegando ao nosso cérebro. Assim como um cavalo de troia eles facilitam a entrada de alumínio no cérebro.

Em um estudo publicado em 2012, foi demostrado que os macrófagos devoraram uma nanopartícula de câncer e que esses mesmos macrófagos foram os responsáveis por cruzar a barreira hematoencefálica causando metástases cerebrais. No mesmo estudo, também foi comprovado que o macrófago transporta a nanopartícula de alumínio de um músculo até o cérebro.

Na ação de “Cavalo de Troia” proporcionado pelos macrófagos, o alumínio é capaz de viajar por todos o corpo e pode fazer danos significativos em diversos órgãos. Mas como o cérebro é um órgão muito sensível, um dos efeitos tóxicos do alumínio é o aumento da inflamação cerebral.

Outros efeitos adversos à exposição do alumínio são:

  1. Alteração do DNA, interferindo na expressão genética;
  2. Coagulação de proteínas alterando a sua função;
  3. Lesão de membranas celulares, afetando as mielinas (capa isolante e condutiva que se encontra ao redor dos neurônios), fazendo que as mesmas se tornem rígidas afetando sua função;
  4. Aumento da adesão do endotélio vascular e incrementa o risco de doenças cardiovasculares;
  5. Myofesciite Macrofágica (MFM);
  6. Trastornos del espectro autista (TEA).

Sobre a Myofesciite Macrofágica, Dr. Marc Vercoutère, no artigo “O alumínio contido nas vacinas provoca doenças graves”, afirma o seguinte:

Considerado um adjuvante que estimula a resposta imunológica, o alumínio entra na composição de 25 vacinas habitualmente usadas na França, principalmente contra a difteria, o tétano, a poliomielite e as hepatites A e B. Uma patologia emergente, prejudicial, que não para de crescer, a miofascite macrofágica – possivelmente desencadeada por vacinas contendo hidróxido de alumínio – foi descrita pelo Prof. Romain Ghérardi, do hospital Henri-Mondor de Cretéil.”

Sobre o mesmo assunto, Philipe Champagne, no artigo “A respeito das vacinas”, afirma:

O alumínio é, como muitos metais, um perigo para o organismo. Estudos sobre seus efeitos na alimentação demonstram isso claramente e foram estabelecidos limites de toxidez. Mesmo assim, em nome de uma lei que impõe a vacinação, o comum dos mortais se vê obrigado a inocular seus recém-nascidos com doses muito mais elevadas de alumínio (…). Cada inoculação representa mais de 20 vezes a dose tóxica! Existem médicos que estão conscientes do perigo das vacinas. Eles não vacinam seus filhos e fazem atestados falsos para não terem problemas. Fazem a mesma coisa para alguns clientes em que confiam. Um médico responsável por um centro de saúde, (…) consciente do perigo das vacinações, procura poupar seus próprios filhos, ao passo que submete todas as famílias da localidade à aplicação da lei. Ele prefere se calar e vive o inferno de uma contradição permanente.”

 

Formol

O formaldeído é um agente reconhecidamente cancerígeno em humanos.
Em relação ao câncer – não há níveis seguros de exposição, ou seja, nunca devemos nos expor a esta substância. O formaldeído é genotóxico em modelos in-vitro, animais e humanos.

 

Polissorbato 80

Adjuvante utilizado em vacinas, quando absorvido pelo organismo pode levar ao crescimento acelerado dos órgãos reprodutivos, resultando em esterilidade. Polissorbato 80 é conhecido por causar infertilidade em camundongos fêmeas e atrofia testicular em camundongos machos. Câncer e defeitos congênitos são outros dois dos principais efeitos nocivos dessa droga.

 

Gelatina

Obtida a partir de porcos e vacas, é conhecida por causar reações anafiláticas. É encontrada em grandes quantidades na vacina MMR e as vacinas contra catapora e herpes.

 

Glutamato Monossódico (MSG)

Pesquisas recentes mostram que o glutamato monossódico pode ser classificado como uma excitotoxina, ou seja, uma substância que estimula suas células a ponto de danificá-las ou matá-las. Isto é particularmente perigoso se associado ao glutamato, por ele ser o principal neurotransmissor estimulante do cérebro.

A danificação nas suas células cerebrais pode levar a todos os efeitos e, além disso, pode desencadear ou piorar outras condições já existentes, como por exemplo, dificuldades de aprendizado, Alzheimer e Doença de Parkinson.

 

Outras Substâncias Nocivas

Cloreto de bezentônio, fibroblastos diploides de pulmões humanos, soro fetal bovino, células embrionárias de pintainhos, células inativas de rim de símio, soro de bezerro, fluidos de embalsamento, albumina bovina e antibióticos.

 

Morte Súbita

O Dr. Robert S. Mendelsonh, famoso pediatra norte-americano (1926-1988), crítico da prática pediátrica, da obstetrícia ortodoxa, da vacinação, da fluoretação da água e da medicina em geral, afirmou o seguinte:

Minha suspeita, compartilhada por outros da minha profissão, é que os cerca de 10 mil óbitos por Síndrome de Morte Súbita Infantil (SIDS) nos EUA por ano estão relacionados a um ou mais efeitos das vacinas que são dadas rotineiramente às crianças.

Mais à frente, disse o seguinte:

Se eu fosse seguir minhas mais profundas convicções, eu instaria você a rejeitar toda a vacinação para suas crianças.

 As frases constam de seu artigo:

A bomba-relógio médica da imunização contra as doenças – A maior ameaça das doenças da infância está nos perigosos e ineficientes esforços para preveni-las.”

Dr. Mendelsohn lecionou na Northwestern University Medical College e na University of Illinois College of Medicine e foi presidente da National Helth Federation (NHF); escreveu 3 livros: Confessions of a Medical Heretic, 1980; Male Practice: How Doctors Manipulate Women, 1982; e How to Raise a Healthy Child in Spite of Your Doctor, 1987.

Segundo Mendelsohn:

Muito daquilo que as pessoas acreditam a respeito das vacinas simplesmente não é verdade.

E acrescenta:

Eu não só tenho sérias dúvidas sobre a vacinação, como também faria todo o possível para que as pessoas não vacinassem seus filhos. Entretanto, não posso fazer isto, pois, em muitos estados americanos, os pais perderam o direito de fazer tal escolha. Médicos — não políticos — fizeram o bem-sucedido lobby para aprovação da lei que obriga os pais a vacinarem seus filhos como pré-requisito para matriculá-los na escola.

Segundo ele,

“…não há nenhuma evidência científica de que as vacinações em massa tenham eliminado qualquer doença infantila Sabin continua sendo ministrada a crianças, apesar de o Dr. Jonas Salk, desenvolvedor da primeira vacina, ter dito que ela (a vacina) é agora a causa da maior parte dos casos de pólio que aparecem; os médicos consistentemente repetem seus erros.

Indaga o renomado pediatra:

Por que a vacina Sabin (gotas que contêm o vírus vivo) ainda é administrada, quando o Dr. Jonas Salk, pioneiro da primeira vacina, tem alertado que agora a maioria dos casos de poliomielite é consequência da vacina Sabin? Continuar a forçar esta vacina em crianças é um procedimento médico irracional. É uma reprise da relutância dos médicos em abandonar a vacina contra varíola, única causa de óbitos por varíola durante três décadas após sua erradicação.

 

Doenças Raras

Dr. Vernon Coleman, famoso médico inglês autor dos mais populares livros sobre medicina na Grã-Bretanha, publicou o seguinte livro: “How to stop your doctor kiling you” (Como impedir seu médico de matá-lo).

 

Acredito firmemente que se o programa de vacinação continuar – e se for ampliado – veremos muitas doenças novas. Acredito, também, que doenças raras há uma ou duas gerações serão cada vez mais comuns. Os efeitos colaterais imediatos são preocupantes. Alguns são graves (como os danos cerebrais), outros mais leves. Que novas cepas de doenças estamos introduzindo ao usar vacinas de forma tão imprudente?”

Escrevam o que estou dizendo: A Hidra Vermelha Totalitária Bilionária Internacional financia a OMS e esses monstros transvestidos de médicos para infectar o mundo. Muito fácil colocar a culpa no macaco, dizer que foi ele que produziu o vírus mortal que está sendo produzido pelas OMS e seus monstros transvestidos de médicos. Irão infectar o mundo, e as pessoas idiotas correram para se vacinar caindo na armadilha dos governos para reduzir a humanidade mundial. Infeliz é aquele que se vacinar, estará contraindo substâncias degenerativas de seu sistema imunológico, morte lenta e com muito sofrimento. Povo burro midiático é assim mesmo. Vão infectar os animais, para que os animais dos zoológicos levem a culpa, e a OMS do Soros e Bill Gates saia ilesa. Começou a Guerra Biológica, Bacteriológica e a população dorme profundamente.

Os médicos que descobriram a manipulação das doenças e a fabricação de vírus nos laboratórios do George soros, dos Rockefellers, do Bill Gates, dentre outros, confirmam uma conspiração genocida se utilizando das vacinas, boatos midiáticos e infecções propositais aos animais dos zoológicos, para colocar a culpa nos macacos e nos animais. Enquanto que uma crescente onda de epidemias vem pelo meio midiático, causando verdadeiro terror na população, que corre aos postos de saúde feito cobaias para serem vacinadas por substancias que irão degenerar seus sistemas imunológicos gradualmente. Estamos no início de uma Guerra Bacteriológica, Guerra Química e Biológica Viral. 50 médicos, que descobriram essa conspiração, foram desaparecendo e aparecendo mortos. Todos eles estavam trabalhando com tratamentos naturais para salvar a população desses golpes fatais contra a humanidade; golpes esses que vêm destruindo e desconstruindo nações, famílias.  Algo terrorista ao extremo.”

(Sou NPB – CMT – Gestor de Inteligência Geopolítica e Estratégia da ODB-ACI)

Referências:

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