Armas Psicotrônicas: Mais uma ferramenta do Globalismo
16/12/2017
VACINAS: UMA GUERRA BIOLÓGICA, QUÍMICA E PSICOLÓGICA Parte 2/3
02/02/2018

VACINAS: UMA GUERRA BIOLÓGICA,

QUÍMICA E PSICOLÓGICA

Parte 1/3

 

Escrevam o que estou dizendo: a Hidra Vermelha Totalitária Bilionária Internacional financia a OMS e esses monstros transvestidos de médicos para infectar o mundo. É muito fácil colocar a culpa no macaco, dizer que foi ele que produziu o vírus mortal que está sendo produzido pela OMS e seus monstros transvestidos de médicos. Irão infectar o mundo, e as pessoas idiotas correram para se vacinar caindo na armadilha dos governos para reduzir a humanidade mundial. Infeliz é aquele que se vacinar, estará contraindo substâncias degenerativas de seu sistema imunológico, morte lenta e com muito sofrimento. Povo burro midiático é assim mesmo. Vão infectar os animais, para que os animais dos zoológicos levem a culpa, e a OMS do Soros e Bill Gates saia ilesa. Começou a Guerra Biológica, Bacteriológica e a população dorme profundamente.

Os médicos que descobriram a manipulação das doenças e a fabricação de vírus nos laboratórios do George soros, dos Rockefellers, do Bill Gates, dentre outros, confirmam uma conspiração genocida se utilizando das vacinas, boatos midiáticos e infecções propositais aos animais dos zoológicos, para colocar a culpa nos macacos e nos animais. Enquanto que uma crescente onda de epidemias vem pelo meio midiático, causando verdadeiro terror na população, que corre aos postos de saúde, feito cobaias para serem vacinadas por substâncias que irão degenerar seus sistemas imunológicos gradualmente. Estamos no início de uma Guerra Bacteriológica, Guerra Química e Biológica Viral. 50 médicos, que descobriram essa conspiração, foram desaparecendo e aparecendo mortos. Todos eles estavam trabalhando com tratamentos naturais para salvar a população desses golpes fatais contra a humanidade; golpes esses que vêm destruindo e desconstruindo nações, famílias.  Algo terrorista ao extremo.”

(Sou NPB – CMT – Gestor de Inteligência Geopolítica e Estratégia da ODB-ACI.)

 

1.    Uma Guerra Biológica

 

Há décadas que médicos, farmacêuticos, químicos, biomédicos e profissionais da área da saúde pesquisam a fundo a ação das vacinas no organismo humano. Eles vêm nos alertando sobre o perigo das imunizações industriais. Sim, industriais, pois se trata de uma indústria, a indústria do medo! Tais profissionais acabam, de um modo ou de outro, sendo “tirados” do mapa. Morrem sem motivo aparente, sem poder dar continuidade às suas pesquisas.

Estes profissionais trabalham na maioria das vezes de modo independente, já que nunca nenhuma entidade ou empresa financiaria a pesquisa sobre a grande máfia farmacêutica, que envolve bilhões em dinheiro, interesses geopolíticos, poder, controle, manipulação, etc. Congressos, instituições, mídia e pessoas são compradas para promover as vacinações. Claro que tudo patrocinado por grandes corporações internacionais, pelos donos das grandes indústrias farmacêuticas, membros do Clube de Bilderberg (Ver Clube de Bilderberg – http://www.corpusiuris.org/index.php/o-clube-de-bilderberg/), que controlam inclusive a OMS (Organização Mundial da Saúde). Trata-se de uma Guerra. Uma Guerra Biológica, Química e Psicológica.

 

 A Indústria do Medo

Obviamente que a morte silenciosa de médicos que pesquisam a fundo sobre as vacinas não teve a atenção da mídia. Tudo foi abafado. Não é de interesse das grandes corporações que estas informações sejam reveladas, muito menos que a população fique na dúvida se deve se vacinar ou não. Desta forma, é necessário criar uma atmosfera de medo, para que todos sejam “imunizados”.

Para isso, a própria doença é criada como pretexto para poder injetar a vacina. Vírus são manipulados geneticamente, isto todos sabem. Temos cepas das mais variadas sendo cultivadas em centros de pesquisas. Depois de manipulados, estes vírus são inoculados em animais e insetos, para que estes sejam os culpados de toda a disseminação daquela doença. Parece ao acaso não?! Cria-se se o problema (que aparece realmente do nada), e depois se vem com a “solução”. Clássica estratégia da esquerda sociopata!

 

Mas as vacinas não fazem bem à saúde,  previnem-nos de doenças?

NÃO! Veja que tudo é colocado como um jogo mental, para que todos criem um medo e se permitam serem vacinados. À primeira vista parece muito simples a vacina. Você a toma, ali dentro estão alguns vírus atenuados ou mortos, que vão gerar em seu corpo uma imunidade. E se você tiver contato com o vírus posteriormente, já estará preparado e forte para combatê-lo. Você fica doente no começo, mas depois ficará mais forte. Parece muito bonito e até humanitário, porém não é bem assim…

O sistema imunológico amadurece naturalmente nos 15 primeiros anos de vida, com o tipo de alimentação e emoções que a criança experimenta. As doenças nesta fase auxiliam no amadurecimento do sistema imunológico. Trata-se de um contrassenso estimular fortemente o sistema imune com as vacinas.

Nosso sistema imunológico é amplamente complexo e vai muito além de uma simples reação antígeno-anticorpo. Muitas outras reações acontecem quando somos expostos forçadamente a um agente externo, levando desde pequenas alergias até a morte. Nota-se visivelmente o crescimento exponencial de doenças em jovens vacinados ao longo dos anos, como a asma, artrite, lúpus, etc. Doenças que não eram comuns antes das campanhas de imunização. Além disso, há o risco de reações cruzadas, fazendo com que o corpo passe a ver suas células como ameaça, levando a doenças autoimunes, muitas delas crônicas, ou seja, para toda vida. Inclusive, essas doenças geram uma dependência pelas medicações produzidas por estas indústrias: você fica escravo deles para estar vivo!

Há inúmeros exemplos e pesquisas sobre as doenças causadas pelas vacinas. Claro que tudo muito bem abafado e desacreditado pela população, que não tem conhecimento algum sobre esses fatos.

Já de início, a vacina Sabin é o causador da maior parte dos casos de paralisia infantil, segundo admite o Dr. John Salk, médico, virologista e epidemiologista norte- americano – cientista que desenvolveu a primeira vacina. Entre outras doenças, estão as alterações neuropsíquicas, onde crianças retardam seu desenvolvimento (não falam, não caminham normalmente), ou apresentam deficiência de atenção, hiperatividade, autismo (cuja incidência vem aumentando assustadoramente desde que teve início a vacina tríplice: coqueluche, tétano e difteria).

Outras consequências são a morte súbita de berço, choro incontrolável (há bebês que morrem de tanto chorar, sem conseguirem parar), esquizofrenia, paralisia cerebral, alterações do sistema imunológico, epilepsia, dislexia, alterações imunológicas, aumento da violência juvenil, crimes e suicídios.

Outro exemplo é a vacina da gripe suína, que pode provocar a síndrome de Guillain-Barré, causando paralisia, insuficiência respiratória e podendo levar à morte. Fato alertado pelo Governo britânico, através da Agência de Proteção da Saúde (Health Protection Agency), em carta confidencial aos médicos neurologistas (publicado no Correio da Manhã de Portugal, dia 17 de setembro de 2009, com o título “Vacina da gripe A pode ser fatal”).

 

Morte de médicos que pesquisam os danos da vacinação

Um dos exemplos destes fatos, foi a morte misteriosa de 11 médicos em somente 9 dias nos EUA. Erin Elizabeth, em entrevista para o “Health Nut News”, fala sobre a morte misteriosa dos médicos neste vídeo: https://www.youtube.com/watch?time_continue=8&v=M6Kg13-04-0

Os médicos pesquisavam a relação entre a proteína Nagalase (alfa-N-acetilgalactosaminidase) adicionada às vacinas e seus efeitos em pacientes imunizados.  Neste áudio, em entrevista ao programa de rádio Hagmann & Hagmann (https://www.youtube.com/watch?v=XYvLPCze_So), o Dr. Ted Broer relata (com medo) sobre as pesquisas recentes de alguns desses médicos e a imposição obrigatória da vacinação em crianças. Ele declara: “Eu estou me suicidando falando estas informações“.

Dr. Bradstreet começou a testar seus pacientes autistas para medir os níveis de Nagalase. Nagalase é uma enzima secretada por células cancerígenas. Esta enzima inibe a proteína receptora de vitamina D que ativa os macrófagos, a GcMAF, de forma que o sistema imunológico não reconheça o perigo, deixando-as livres para se proliferarem.

Talvez o Dr. Bradstreet tenha tido o insight de testar seus pacientes autistas, porque além das células cancerígenas, os vírus, bactérias e fungos também segregam esta enzima provocando o mesmo mecanismo de inativação de macrófagos. Sabemos que vírus, bactérias e fungos estão intimamente ligados ao autismo. Vírus liberam esta enzima Nagalase como uma substância paralisante que permite a não resistência para a sua entrada na célula, minando a reação imunológica e permitindo a permanência do estado viral.

Com 400 pacientes testados, 80% deles apresentaram altas taxas de Nagalase, o mesmo índice de pacientes com câncer e AIDS! 80% destes pacientes também apresentam baixos índices críticos de vitamina D.

 

Bioquímica da Nagalase

O que é Nagalase?

A Nagalase é uma enzima encontrada em concentrações muito elevadas em crianças com autismo. A Nagalase também é a causa da imunodeficiência, pois bloqueia a produção de GcMAF (fator ativador de macrófago componente globulina), evitando assim que o sistema imune faça seu trabalho. Sem um sistema imune ativo, as infecções virais e o câncer podem crescer sem controle.

Como ela age?

Uma molécula de Nagalase pode destruir uma grande quantidade de moléculas de transporte de vitamina D, pois impede que esta se ligue à proteína GcMAF. A GcMAF é a principal transportadora da Vitamina D, que tem um efeito antitumoral potente. Mas como as células cancerosas produzem a enzima Nagalase, esta passa a impedir que a vitamina D se ligue a células cancerosas e faça o seu trabalho. As doenças passam a se tornar crônicas e as células cancerosas crescem sem controle.

O que faz o GcMAF?

Todos os humanos saudáveis produzem GcMAF. Ela é uma proteína natural (e essencial) que está presente em nosso organismo, e que remove um número grande de doenças, incluindo o câncer. O GcMAF habilita o próprio corpo a se curar. Sem GcMAF o sistema imunológico entra em colapso e deixa de funcionar corretamente.

GcMAF pode erradicar a inflamação crônica e infecções virais, sendo melhor que muitos antibióticos, e também pode ser incluído no tratamento de todos os tipos de câncer. Pesquisas mostram que GcMAF pode paralisar a deterioração no Parkinson, Esclerose Múltipla, demência, Esclerose Lateral Amiotrófica, e seu papel regulador do sistema imunológico pode reverter doenças como lúpus e artrite.

No caso do câncer, a célula cancerígena (para não morrer) produz a Nagalase, impedindo que o sistema imune possa reagir contra ela. Uma das formas de avaliar a severidade do câncer é medir os níveis de Nagalase no sangue, quanto maiores os níveis, pior o câncer. Já ao se administrar GcMAF, o ataque ao câncer começa em alguns minutos, e em algumas semanas o sistema imunitário é reconstruído, sem efeitos colaterais.

Algumas das funções do GcMAF:

  • Estimula as células brancas do sangue (macrófagos) a atacar e eliminar as células cancerosas, inibindo a proliferação de células de câncer e o potencial metastático;
  • Reverte diretamente as células cancerosas para células saudáveis;
  • Inibe diretamente a angiogênese induzida por células de câncer (para o crescimento de novos vasos sanguíneos que nutrem os tumores);
  • Modifica a expressão de vários genes em células que expressam o receptor da vitamina D, o que explica que pode ser eficaz numa ampla variedade de condições que vão desde o câncer, autismo, esclerose múltipla, síndrome da fadiga crônica, doença renal crônica, doenças neurológicas como Parkinson e Alzheimer, e condições associadas com poluições ambientais.

Nagalase e Vacinas

A enzima Nagalase, causadora de autismo e outras doenças, é adicionada intencionalmente nas vacinas. Os vírus e as células malignas, como o câncer, secretam a enzima Nagalase, e com isso os efeitos benéficos no sistema imunológico são neutralizados. Os médicos assassinados tinham descoberto a associação entre a enzima Nagalase e o Autismo.

A Nagalase é também um componente intrínseco da proteína do envelope de vários vírus, como o HIV, o vírus Epstein-Barr (EBV), o Herpes Zoster e o vírus Influenza, sendo também secretado por células infectadas pelos vírus (http://www.europeanlaboratory.nl/documents/Nagalase%20in%20bloed%20eng.pdf). Sendo assim, a própria vacina com o vírus atenuado pode induzir a produção de Nagalase.

Não somente isso, ela também está intimamente relacionada às doenças autoimunes, como a Diabetes Tipo 2. Quando o macrófago não é ativado, ele ocasiona inúmeras reações no sistema imune, como a resistência à insulina, levando ao Diabetes Tipo 2; e também ao funcionamento desequilibrado do sistema cardiovascular, causando o infarto do miocárdio.

 

Vacinas, Autismo e a Manipulação dos Fatos

Nos seguintes vídeos, especialistas tratam resumidamente a problemática de certas vacinas, com elementos tóxicos e a falta de controle e regulação quanto a sua segurança. Também é abordada a quantidade de vacinas impostas e a precoce idade em que estas são administradas. Mas o que realmente é mais preocupante e já é evidente, é a corrupção no Centro de Controle de Enfermidades (CDC), que é a Agência Reguladora que controla o Plano de Vacinação e a sua segurança. Os seguintes vídeos demonstram isto.

Neste primeiro vídeo, Robert F. Kennedy explica brevemente o porquê de termos que questionar todo o Plano de Vacinação, dado que em 1986 importantes membros do Congresso aceitaram milhões de dólares da indústria das vacinas para aprovar uma lei, que fez ilegal a qualquer estadunidense processar as empresas fabricantes das vacinas. Sem se importarem como quão prejudicial possa ser a vacina, sem se importarem quanto doente possamos ficar, sem se importarem com a imprudência ou negligência que pode ter ocorrido na produção. Simplesmente não se pode processá-los na justiça.

VÍDEO 1: https://www.youtube.com/watch?v=8L520x_BAyw

Isto estimulou a indústria de vacinas, a Agência Reguladora e o Centro de Controle de Enfermidades (CDC), tornando o comércio de vacinas muito rentável. Anteriormente, as crianças recebiam 5 vacinas e agora recebem 69 vacinas. Os especialistas (que não trabalham para a indústria farmacêutica) e médicos provam com vários estudos científicos publicados, que esta política deteriora o sistema imunológico, que os ingredientes que as compõem são nocivos, como mercúrio (orgânico), alumínio, Polissorbato 80, formaldeído, tecido de fetos abortados e outros. Em muitos dos casos, os efeitos adversos são muito mais perigosos do que a doença que se tenta prevenir: Gripe, HPV, Sarampo, Hepatites B, etc.

Segundo Robert F. Kennedy, tudo começou a ocorrer depois que o Congresso aprovou a lei em 1989. Todas as novas vacinas se incorporaram no programa de vacinação, com muitas destas sem haver sido devidamente provadas, algumas com mercúrio (timerosal), extremamente neurotóxico. Atualmente grande parte foi retirado das vacinas para crianças, mas ainda há grande quantidade na vacina contra Gripe. A quantidade de mercúrio nestas vacinas é centenas de vezes, e em alguns casos milhares de vezes maior do que o cérebro de uma criança pode receber.

Mas o mais importante aconteceu em agosto de 2014, quando surgiu uma denúncia do CDC pelo Dr. William Thompson, cientista sênior da divisão de vacinas do CDC. Thompson declarou que entregou 100.000 páginas de documentos comprometedores ao Congresso. Ele também deixou gravado em sua declaração, que ele e todos os cientistas da divisão de vacinas do CDC haviam recebido a ordem, há 10 anos atrás, de mentir ao público sobre a conexão entre o Autismo e as vacinas, em particular o Mercúrio nas vacinas. Thompson contou especificamente sobre um estudo em 2004, do qual foi um dos autores, incluindo Frank di Stefano, chefe da sede principal da CDC.

Este estudo demonstrava o impacto da vacina do Sarampo, Caxumba e Rubéola (Tríplice viral) em várias crianças de várias etnias, incluindo as afro-americanas. De acordo com os dados, os estudos descobriram que crianças afro-americanas que receberam a vacina antes dos 36 meses de idade, tinham cerca de 240% a mais de probabilidade de desenvolver o Autismo. Quando notaram que os dados demonstravam que as vacinas com Mercúrio (Tríplice) causavam o Autismo, eliminaram todos os documentos sobre as crianças afro-americanas, para que não fosse descoberto o vínculo entre o Autismo e a vacina.

William Thompson, um dos autores do estudo, teve peso na consciência e, em agosto de 2014, decidiu confessar esta fraude. Ele pretende apresentar frente ao Congresso a declaração jurada e confessar a corrupção do CDC, com as provas do que acontecia com as crianças afro-americanas com a vacina Tríplice.

O público que está informado e alguns congressistas, como Bill Posey (ver o vídeo 2), exigem que o Congresso chame a William Thompson para se declarar. Kennedy disse que o Congresso não o fará, porque “o doador N° 1 no lobby do Congresso” é a indústria farmacêutica, que manipula os congressistas como marionetes e tem submetido, capturado e corrompido os membros do CDC. A indústria farmacêutica é a que mais realiza publicidade nos meios, por isso a mídia não toca no assunto ou somente deixa transparecer a opinião da indústria das vacinas.

Prêmio Nobel de Medicina comprova Autismo relacionado com vacinas e a Fraude ao ocultar isto, pelos cientistas do CDC: Em 1980 a taxa de Autismo era de 1 caso para cada 10.000 crianças. Em 2017 a taxa de Autismo é de 1 caso a cada 68 crianças.

VÍDEO 2 : https://www.youtube.com/watch?v=i-3hDz0hkAk

Declaração de William Thompson através de seus advogados: Meu nome é William Thompson e sou cientista principal no Centro de Controle e Prevenção das Enfermidades, desde 1998. Lamento que eu e meus coautores tenhamos omitido informações estatisticamente significativas no artigo que publicamos em 2004, no site “Pediatrics”. Os dados omitidos sugeriam que as crianças afro-americanas, que receberam vacina Tríplice antes dos 36 meses, correram maior risco de sofrer Autismo. Assim que decidi que deveríamos comunicar os resultados após a análise de dados, não segui o protocolo nas conclusões finais. Nos últimos 10 meses, tive várias conversas com o Dr. Brian Hooker sobre os estudos levados a cabo pelo CDC, sobre as vacinas e sua incidência no desenvolvimento neurológico, incluídos os Transtornos do Espectro Autista.

No seguinte vídeo, Bill Posey, congressista dos Estados Unidos, diante do Congresso daquele país, detalha toda a Fraude do CDC com o testemunho de W. Thompson, revelando que os cientistas do CDC destruíram e ocultaram documentos com evidências, demonstrando a relação entre as vacinas e o Autismo. O congressista Dan Burton pergunta sobre o mercúrio nas vacinas, apesar de não haver realizado estudos sobre o Timerosal desde 1929. Este estudo foi proporcionado pelo fabricante Eli Lilly and Company, titular da patente para o Timerosal, onde provaram o Timerosal em 22 pacientes com Meningite, e todos os pacientes morreram.

VÍDEO 3: https://www.youtube.com/watch?v=wggt1Zh8Rtc

 

Mais alguns vídeos:

  • Uma fraude muito preocupante no Ministério da Saúde dos EUA, o Center for Desease Control (CDC). Centro onde se estuda as diferentes vacinas que são administradas nos cidadãos. Ver história e testemunho no seguinte vídeo.

VÍDEO 4 : https://youtu.be/ptoiOjx5l78

  • Documental Vaxxed dirigido por Dr. Andrew Wakefield, autor de um polêmico estudo, em 1998, que vinculou pela primeira vez a vacina Trivalente (Sarampo, Papeira, Rubéola) com o risco de Autismo. A indústria farmacêutica gerou uma grande campanha contra. O documentário contém entrevistas com especialistas.

VÍDEO 5: https://youtu.be/QA7x_VxMdwQ

  • Conferência do Dr. Bernard Rimland realizando uma pesquisa sobre Autismo pós-vacinação. Vários pais demonstram em vídeos que seus filhos eram normais e desenvolveram Autismo depois de haver recebido a vacina.

VÍDEO 6: https://youtu.be/y-1Ma4sYMD4

 

Documentos Científicos demonstrando a Toxicidade do Timerosal:

 

1. Rose et al. 2015 J Toxicol “Increased Susceptibility to Ethylmercury-Induced Mitochondrial Dysfunction in a Subset of Autism Lymphoblastoid Cell Lines” PMID 25688267. ( https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4012280/ )

In a comparison of lymphoblast cells from children with autism and matched non-autistic controls, a significantly higher number of “autistic” cell lines showed a reduction in ATP-linked respiration, maximal respiratory capacity and reserve capacity when exposed to mercury as compared to control cell lines. This supports the notion that a subset of individuals with autism may be vulnerable to mitochondrial dysfunction via thimerosal exposure.

 

2. Geier et al. 2015 Clin Chim Acta “Thimerosal: Clinical, Epidemiologic and Biochemical Studies,” PMID ( https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2376879/ )

This review article includes a section on numerous papers linking thimerosal exposure via infant vaccines to autism. This also includes a critique of studies from the U.S. Centers for Disease Control that deny any type of link.

 

3. Yassa 2014 Environ Toxicol Pharmacol “Autism: A Form of Mercury and Lead Toxicity,” doi:10.1016/j.etap.2014.10.005.

Blood levels of mercury and lead were much higher in autistic children as compared to normal controls. Upon chelation, the blood levels of these heavy metals decreased and autistic symptoms improved.

 

4. Hooker et al. 2014 BioMed Research International, “Methodological Issues and Evidence of Malfeasance In Research Purporting to Show that Thimerosal-Containing Vaccines are Safe” http://dx.doi.org/10.1155/2014/247218.

This review article shows methodological flaws in six separate CDC studies claiming that thimerosal does not cause autism. In three specific instances (Madsen et al. 2003, Verstraeten et al. 2003 and Price et al. 2010) evidence of malfeasance on the part of CDC scientists is shown. Background data (not reported in print) from these three publications suggest a strong link between thimerosal exposure and autism.

 

5. Geier et al. 2014 J Biochem Pharmacol Res “The risk of neurodevelopmental disorders following a Thimerosal-preserved DTaP formulation in comparison to its Thimerosal-reduced formulation in the vaccine adverse event reporting system (VAERS)” 2:64.

A comparison of autism reports from thimerosal-containing versus thimerosal free DTaP formulations showed a relative risk of 7.67 for autism when children were exposed to thimerosal via the DTaP vaccine.

 

6. Koh et al. 2014 Mol Brain, “Abnormalities in the zinc-metalloprotease-BDNF axis may contribute to megalencephaly and cortical hyperconnectivity in young autism spectrum disorder patients” PMID

This protein (zinc-metalloprotease-BDNF) is upregulated by the presence of organic mercurials including thimerosal and it is responsible for large brains (megalencephaly) and corticol hyperconnectivity in children with autism.

 

7. Geier et al. 2013 Translational Neurodegeneration, “A two-phase study evaluating the relationship between Thimerosal-containing vaccine administration and the risk for an autism spectrum disorder diagnosis in the United States” PMID 24354891.

This study included a comparison of VAERS (Vaccine Adverse Event Reporting System) reports of autism following DTaP (Thimerosal containing and Thimerosal free). In addition the link between thimerosal containing HepB vaccine administration and autism was elucidated with a dose-dependent effect, using the CDC’s Vaccine Safety Datalink.

 

8. Gorrindo et al. 2013 PLOS One “Enrichment of Elevated Plasma F2t-Isoprostane Levels in Individuals with Autism Who Are Stratified by Presence of Gastrointestinal Dysfunction” DOI: 10.1371.

This paper showed significant levels of oxidative stress in children with autism with comorbid gastrointestinal problems. Thimerosal as well as vaccines in general contributes markedly to the amount of oxidative stress sustained physiologically.

 

9. Gronborg et al. 2013 JAMA Pediatrics, “Recurrence of Autism Spectrum Disorders in Full and Half-Siblings and Trends over Time A Population-Based Cohort Study” d1001jamapediatrics.2013.2259.

This publication shows that ASD prevalence rates in Denmark decreased by 30% of the time period from 1994 to 2004 after Denmark removed thimerosal from their vaccines in 1992. This is directly counter to the fraudulent CDC Madsen et al. 2003 publication.

 

10. Sharpe et al. 2013 J Toxicol “B-lymphocytes from a population of children with autism spectrum disorder and their unaffected siblings exhibit hypersensitivity to thimerosal” PMID 23843785.

This paper shows that peripheral blood lymphocytes specific to antibody based immunity, from autistic subjects and their unaffected siblings, were much more sensitivity and exhibited higher rates of cell death than those of unaffected, unrelated control children. Thimerosal levels required to kill the cells from the subjects were less than 40% of those required to kill the cells of unrelated, non-autistic controls.

 

11. Duszczyk-Budhathoki et al. 2012 Neurochem Res “Administration of thimerosal to infant rats increases overflow of glutamate and aspartate in the prefrontal cortex: protective role of dehydroepiandrosterone sulfate” PMID

The study authors determined that since excessive accumulation of extracellular glutamate is linked with excitotoxicity, data implies that neonatal exposure to thimerosal-containing vaccines might induce excitotoxic brain injuries, leading to neurodevelopmental disorders.

 

12. Sharpe et al. 2012 J Toxicol “Thimerosal-Derived Ethylmercury Is a Mitochondrial Toxin in Human Astrocytes: Possible Role of Fenton Chemistry in the Oxidation and Breakage of mtDNA” PMID 22811707.

Thimerosal significantly damaged the mitochondrial membranes and DNA in human astrocytes (which are also implicated in autism spectrum disorder). The enzyme caspase-3, which signals cell death was upregulated by 5 times in the presence of thimerosal and mitochondrial membranes showed significant depolarization.

 

13. Sulkowski et al. 2012 Cerebellum “Maternal thimerosal exposure results in aberrant cerebellar oxidative stress, thyroid hormone metabolism, and motor behavior in rat pups; sex- and strain-dependent effects” PMID 22015705.

Rat pups were exposed to thimerosal levels in utero (similar to the maternal flu shot) and exhibited aberrant brain oxidative stress (in the cerebellum) as well as autistic like behaviors. These effects were reserved primarily to males in the “Spontaneously Hypersensitive Rat” strain.

 

14. Kern et al. 2011 Toxicol Environ Chem “Toxicity biomarkers among US children compared to a similar cohort in France: a blinded study measuring urinary porphyrins” PMID 24482554

This age and gender matched cohort study of 28 autism cases and 28 controls showed significantly higher urinary porphyrin levels in children with autism, specifically in those porphyrins (hexacarboxyporphyrin and precoproporphyrin) associated with mercury toxicity.

 

15. Gallagher et al. 2010 J Toxicol Env Health A “Hepatitis B vaccination of male neonates and autism diagnosis, NHIS 1997-2002” PMID 21058170.

The study authors investigated the National Health Inventory Survey (a very large national database) and found that boys receiving the full HepB series were 3 times as likely to receive an autism diagnosis as compared to those not receiving any HepB vaccine (statistically significant). Non-white boys had a significantly worse outcome.

 

16. Minami et al. 2010 Cell Biol Toxicol “Induction of metallothionein in mouse cerebellum and cerebrum with low-dose thimerosal injection” PMID 19357975.

The study authors determined that in combination with the brain pathology observed in patients diagnosed with autism, the present study helps to support the possible biological plausibility for how low-dose exposure to mercury from thimerosal-containing vaccines may be associated with autism.

 

17. Geier et al. 2009 J Neurol Sci “Biomarkers of environmental toxicity and susceptibility in autism PMID 18817931.

Mercury toxicity was assessed in a cohort of 28 children with autism. The cohort showed significantly higher levels of urinary porphyrins associated with mercury toxicity as well as decreased plasma levels of reduced glutathione, cysteine and sulfate, also indicating active mercury toxicity and an inability to detoxify heavy metals.

 

18. Young et al. 2008 J Neurol Sci “Thimerosal exposure in infants and neurodevelopmental disorders: an assessment of computerized medical records in the Vaccine Safety Datalink” PMID 18482737.

The study authors determined that significantly increased risk ratios were observed for autism and autism spectrum disorders as a result of exposure to mercury from Thimerosal-containing vaccines using the CDC’s Vaccine Safety Datalink.

 

19. Geier et al. 2008 Neuro Endocrinol Lett “Neurodevelopmental disorders, maternal Rh-negativity, and Rho(D) immune globulins: a multi-center assessment” PMID 18404135.

Mothers receiving thimerosal via Rho(D) immune globulin injection saw a significantly higher rate of autism in the children exposed to mercury in utero. Overall, twice as much autism was seen in the exposed group of children versus the non-exposed control group.

 

20. Adams et al. 2007 J Tox Environ Health A “Mercury, lead, and zinc in baby teeth of children with autism versus controls” PMID 17497416

Children with autism showed significantly higher levels of mercury in their baby teeth than non-autistic controls, indicated marked exposure to mercury during gestation and early infancy.

 

21. Geier et al. 2007 J Matern Fetal Neonatal Med “A prospective study of thimerosal-containing Rho(D)-immune globulin administration as a risk factor for autistic disorders” PMID

Children with autism were twice as likely as non-autistic controls to be born from mothers who had Rh incompatibilities with the developing fetus during pregnancy and thus were exposed to thimerosal via Rho(D) immune globulin injections during pregnancy.

 

22. Geier et al. 2007 J Toxicol Env Health A “A case series of children with apparent mercury toxic encephalopathies manifesting with clinical symptoms of regressive autistic disorders” PMID 17454560.

This case series of eight autistic patients showed a history of excretion of significant amounts of mercury post chelation challenge, biochemical evidence of decreased function in their glutathione pathways and had no known significant mercury exposure except from Thimerosal-containing vaccines/Rho(D)-immune globulin preparations; and had alternate causes for their regressive ASDs ruled out.

 

23. Desoto et al. 2007 J Child Neurol “Blood Levels of Mercury Are Related to Diagnosis of Autism: A Reanalysis of an Important Data Set” 22:1308.

This study is a correction to a previous study that claimed mercury levels in children’s blood did not correlate with the presence of autism. In this reanalysis, Desoto shows clearly that a statistically significant link appears between blood mercury levels and autistic disorder in children.

 

24. Geier et al. 2006 J Toxicol Env Health A “An evaluation of the effects of thimerosal on neurodevelopmental disorders reported following DTP and Hib vaccines in comparison to DTPH vaccine in the United States” PMID 16766480.

This study shows significantly increased risk ratios for autism, speech disorders, mental retardation, infantile spasms, and thinking abnormalities reported to VAERS found following thimerosal-containing DTP vaccines in comparison to thimerosal-free DTPH vaccines, with minimal bias or systematic error.

 

25. Nataf et al. 2006 Toxicol Appl Pharmacol “Porphyrinuria in childhood autistic disorder: implications for environmental toxicity” PMID 16782144

Children with autism showed statistically elevated levels of urinary porphyrins that specifically show mercury toxicity due to environmental exposure. This was a large study of 106 children with autism compared to children with Asperger’s and control children. Neither the Asperger’s or control group showed elevations in urinary porphyrin levels.

 

26. Herbert 2005 Neuroscientist “Large brains in autism: the challenge of pervasive abnormality” PMID 16151044.

The author of this study links large brain size with neuroinflammation associated with toxic heavy metal exposure. The author posits that this type of inflammation could be treatable and increase the success of medical interventions for autism.

 

27. Burbacher et al. 2005 Environ Health Perspect “Comparison of blood and brain mercury levels in infant monkeys exposed to methylmercury or vaccines containing thimerosal” PMID 16079072.

Infant macaques retained significantly higher levels of elemental mercury in their brain tissue when exposed to thimerosal in infant vaccines versus methylmercury. The half-life of the mercury associated with thimerosal exposure was indefinite as it lasted much longer than the overall testing period.

 

28. Yel et al. 2005 Int J Mol Med “Thimerosal induces neuronal cell apoptosis by causing cytochrome c and apoptosis-inducing factor release from mitochondria” PMID 16273274

Thimerosal at levels comparable to infant exposure via vaccines caused neuronal cell death through changing the mitochondrial microenvironment. Thimerosal induced cell death was associated with mitochondrial depolarization and a significant level of reactive oxidative stress intracellularly.

 

29. James et al. 2005 Neurotoxicol “Thimerosal neurotoxicity is associated with glutathione depletion: protection with glutathione precursors” PMID 15527868.

This study investigated the cellular response to thimerosal toxicity including a very profound decrease in intracellular glutathione levels. Earlier research by this same author showed that autistic children had significantly lower glutathione levels as compared to neurotypical control children.

 

30. James et al. 2004 Am J Clinical Nutrition “Metabolic biomarkers of increased oxidative stress and impaired methylation capacity in children with autism” 80:1611.

Children with autism have a diminished methylation capacity leading to higher sustained levels of oxidation stress, due to deficiencies primarily in glutathione. Vaccines produce a very high level of oxidation stress to the body upon administration.

 

31. Waly et al. 2004 Mol Psychiatr “Activation of methionine synthase by insulin-like growth factor-1 and dopamine: a target for neurodevelopmental toxins and thimerosal” PMID 14745455.

This study shows that a novel growth factor signalling pathway regulates methionine synthase(MS) activity and thereby modulates methylation reactions. The potent inhibition of this pathway by ethanol, lead, mercury, aluminum and thimerosal suggests that it may be an important target of neurodevelopmental toxins.

 

32. Hornig et al. 2004 Mol Psychiatr “Neurotoxic effects of postnatal thimerosal are mouse strain dependent” PMID 15184908.

Specific mouse strains showing autoimmune disease sensitivity exhibited autistic behaviors and autistic-like brain pathologies after being exposed to thimerosal. Normal strains of mice did not exhibit these behaviors or neurological features.

 

33. Juul-Dam et al. 2003 Pediatrics “Prenatal, perinatal and neonatal factors in autism, pervasive development disorder-not otherwise specified, and the general population” PMID

This paper shows that mothers of children with autism had a statistically significant greater level of Rh-factor disease than mothers in the general population. Rh-factor disease is an indicator of thimerosal exposure as, at the time, all available anti-Rho IgG (therapeutic drug for Rh-factor disease) doses given to these mothers contained at least 12.5 micrograms of mercury via thimerosal.

 

34. Holmes et al. 2003 Int J Toxicol “Reduced levels of mercury in first baby haircuts of autistic children” PMID 12933322.

This study shows that autistic children are poor secreters ofmercury via hair, which a normal physiological mode of mercury detoxification. Thus, autistic children subjected to mercury exposure would likely experience a longer, sustained toxicological effect.

 

35. Aschner et al. 2002 Mol Psychiatr “The neuropathogenesis of mercury toxicity” PMID 12142946.

The study elucidates “little” difference between methylmercury and ethylmercury (breakdown product of Thimerosal) toxicity to cells counter to CDC sponsored studies that declared that ethylmercury was “safe mercury.”

 

36. Makani et al. 2002 Genes Immun “Biochemical and molecular basis of thimerosal-induced apoptosis in T cells: a major role of mitochondrial pathway” PMID 12140745

This study shows that thimerosal causes cell death in T lymphocytes (immune cells) via a mitochondrial depolarization mechanism.

 

37. Bernard et al. 2002 Mol Psychiatr “The Role of Mercury in the Pathogenesis of Autism” PMID 12142947.

This paper links thimerosal exposure via infant vaccines to autism based on the pathologies associated with autism as well as the timing of autistic regression. Emphasis is made on the total mercury exposure to infants in the vaccination schedule used in the 1990’s and early 2000’s.

 

38. Bernard et al. 2001 Med Hypotheses “Autism: A Novel Form of Mercury Poisioning” PMID 11339848.

Parallels are made between the signs and symptoms of mercury poisoning and infantile autism. A comprehensive analysis is included on the comordities of autism and their corresponding analogs due to mercury exposure.

 

39. Verstraeten et al. 1999 Internal CDC Abstract for the Epidemic Intelligence Service Meeting of 2000 “Increased risk of developmental neurologic impairment after high exposure to thimerosal-containing vaccine in first month of life.”

This original version of the Verstraeten et al. paper (that was ultimately “watered down” before it was published in final form in 2003) shows risks of autism at 7.6-fold for children exposed to thimerosal in the first month of life compared to unexposed controls.

 

Referências:

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Levantem-se!

Adsumus

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